O CASAMENTO – Leia é bem bacana!‏

Publicado: 18/09/2010 em Reflexão

O CASAMENTO
 
> Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei
> sua mão e disse: “Tenho algo importante para te dizer”. Ela se
> sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em
> seus olhos.
> De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que
> dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o
> assunto calmamente.
> Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente
> perguntou em voz baixa: “Por quê?”
> Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os
> talheres longe e gritou “você não é homem!” Naquela noite, nós não
> conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um
> motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta
> satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela
> mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena
> dela.
> Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando
> para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
> Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com
> quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu
> fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria
> atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela
> começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me
> senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio
> nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais
> perto agora.
> No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa
> escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi
> imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a
> Jane.
> Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa,
> escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
> Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria
> nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela
> pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos
> de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso
> filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente
> propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o
> rompimento de seus pais.
> Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me
> lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa
> no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias
> eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi
> que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não
> tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
> Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito
> e achou a idéia totalmente absurda. “Ela pensa que impondo condições
> assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e
> aceitar o divórcio” ,disse Jane em tom de gozação.
> Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito
> tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro
> dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo
> “O papai está carregando a mamãe no colo!” Suas palavras me causaram
> constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada
> da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no
> colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho “Não conte para o nosso
> filho sobre o divórcio” Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então
> a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa.
> Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
> No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu
> peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi
> que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela
> certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no
> seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso
> casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a
> pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
> No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade
> maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida
> dela a mim.
> No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a
> cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez
> meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
> Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela
> experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que
> servisse. Com um suspiro, ela disse “Todos os meus vestidos estão
> grandes para mim”. Eu então percebi que ela realmente havia
> emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos
> dias.
> A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso… ela carrega
> tanta dor e tristeza em seu coração….. Instintivamente, eu
> estiquei o braço e toquei seus cabelos.
> Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse “Pai, está na hora
> de você carregar a mamãe”. Para ele, ver seu pai carregando sua mão
> todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa
> abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos
> segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que
> estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus
> braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da
> casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o
> meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
> Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a
> segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas
> pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando
> estas palavras: “Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade
> com o tempo”.
> Eu não consegui dirigir para o trabalho…. fui até o meu novo futuro
> endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de
> idéia…Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a
> porta e eu disse a ela “Desculpe, Jane. Eu não quero mais me
> divorciar”.
> Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa “Você está com
> febre?” Eu tirei sua mão da minha testa e repeti “Desculpe, Jane. Eu
> não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não
> soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta
> de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha
> esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la
> até que a morte nos separe.
> A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a
> porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei
> para o carro e fui trabalhar.
> Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê
> de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria
> de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: “Eu te carregarei em meus
> braços todas as manhãs até que a morte nos separe”.
> Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e
> um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde
> encontrei minha esposa deitada na cama – morta.
> Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses,
> mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo
> errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso
> filho dos efeitos de um divórcio – e prolongou a nossa vida juntos
> proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã.
> Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
> Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num
> relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro
> no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não
> proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser
> amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para
> mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
> Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.
> Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.
> Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam
> tão perto do sucesso e preferiram desistir..

> UM CASAMENTO CENTRADO EM CRISTO É UM CASAMENTO QUE DURA UMA VIDA TODA. AMÉM

Ass:marquinhosjapao

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